As enchentes mostraram a força do povo gaúcho. Voluntários organizaram doações, limparam casas, acolheram famílias e ajudaram onde o poder público demorou a chegar.

Solidariedade salva, mas não substitui Estado

Voluntariado é essencial em crise, mas não pode virar desculpa para falta de planejamento. Defesa Civil, municípios e Estado precisam ter protocolos, treinamento, comunicação e estrutura permanente.

O que precisa ficar como lição

Depois da emergência, a solidariedade precisa virar política pública: cadastro de voluntários, formação, pontos de apoio, rotas seguras e prestação de contas sobre doações e obras.

Posicionamento

Fernanda valoriza quem serve a comunidade, mas defende que o Estado esteja preparado antes da próxima crise. O voluntário deve ser apoiado, não abandonado.

Fontes consultadas